Muitas pessoas quando submentidas à cirurgias delicadas como por exemplo as de crÂnio e coluna acabam contraindo infecção, geralmente atribuída à Hospitalar.

Há uma grande possibilidade de que muitos desses casos ocorram em função de nanobactérias se alojarem nos vales do fio do instrumento cirurgico, a quais acabam resistindo às altas temperatura do autoclave, justamente por estarem protegidas nessas reentrâncias.

Tais instrumentos como bisturis e brocas possuem arestas de corte, as quais não são perfeitas, apresentando picos e vales. Durante o corte e a furação ocorre o desprendimento de particulas do material da propria ferramenta, sendo reconhecido pelo organismo do paciente como um corpo estranho, principlamente se o mesmo estiver com imunidade muito baixa, como aqueles com câncer.

Durante o próprio processo de fabricação dessas ferramentas pode haver deposição de nanobactérias oriundas por exemplo da atmosfera da indústria, ou até mesmo o operador de máquina, por meio de sua saliva ou suor.

Mas pode-se fazer a seguinte pergunta: Mas então porque algumas pessoas pegam infecção e outras não? Porque algumas pessoas estão tão fragilizadas e com a imunidade tão baixa que essas nanobactérias agem muito rapidamente, evoluindo sitematicamente para infecção. E aquelas pessoas que estão com o organismo mais resistente acabam não sendo afetas, pois as nanobactérias são menos resistentyes que as bactérias comuns, ou seja, acabam morrendo bem mais rapidamente também.

É preciso investir em Inovação e Tecnologia, buscar novos desafios e se reinventar constantemente, sempre pensando em novos produtos capazes de surpreender o mercado, gerando novas possibilidades de negócios, mudando materais e processos, saindo do óbvio, o comum, do fácil, que todo mundo faz. Não há mais espaço para isso.


A figura ao lado mostra o tamanho de uma nanobactéria, que temo tamanho de 1/4 de 1Mm, ou seja, 1/4 de 1x10-6 mm (1/4 de 0,000001 mm). Esse é o tamanho de uma nanobactéria.